Biblioteca e Livraria Carolina de Jesus

Reunindo o maior acervo da Baixada Santista sobre a Mulher , História e Cultura Negra, o Centro de Documentação Carolina de Jesus é ponto de referência para estudantes e professores de escolas e universidades da rede pública e privada, como também oferece subsídios para de visitantes de todo Brasil e do exterior que desejam conhecer a história afro sob o ponto de vista das (os) intelectuais que escrevem sobre a temática com o nosso olhar .

Nas pesquisas ao acervo, estudantes e visitantes recebem orientação pedagógica das professoras da Casa que também atendem às demandas dos/as professores/as sobre o conteúdo e metodologia que podem utilizar para ensinar a história e cultura negra em sala de aula para o cumprimento da Lei 10639/03.

Resumo de Reportagens

 


Atualmente, o Centro de Documentação vem recebendo um crescente número de pesquisadores/as provenientes de outros estados e
países ,informa a Profa.Urivani de Carvalho

Todos os anos escolas de diversos municípios da Baixada Santista agendam visitas de classes do Ensino Fundamental para conhecerem o acervo cultural da CCMN que inclui, além de livros, jornais e revistas negras, esculturas e máscaras africanas e uma exposição permanente de fotos de Pierre Verger sobre os orixás na África e na Bahia doadas pelo autor quando lançou o livro os Orixás em nossa sede em 2003

Educaçãlina deCasa de Cultura da Mulher Negra dispõe vasta bibliografia sobre questão racial

Com o objetivo de colocar em prática a Lei 10.639/03, que inclui no currículo oficial das escolas de educação básica das redes pública e privada a obrigatoriedade do estudo da temática História e Cultura Afro-brasileira, disponibiliza aos educadores interessados seu acervo O local, coordenado pela Professora Urivani de Carvalho, funciona das 9 às 17 horas, na Rua Primo Ferreira, 22, no Boqueirão. Além de oferecer uma vasta bibliografia para consultas, o espaço vende e aceita encomendas de materiais sobre a questão racial.

O acervo inclui obras sobre a África Negra, culturas africanas, a resistência dos quilombos, racismo e legislação l, estudos sobre os orixás, a presença do negro em todas as áreas, organizações negras, ações afirmativas e cotas e publicaçõesdeautores do Movimeto Social Negro.

É Intensificada a luta contra o racismo

Jornalismo Online-Unisanta

Po\Por Djamila Ribeiro


O racismo tem sido discutido mais intensamente na sociedade brasileira. A forma como a população negra tem sido tratada ao longo da história vem sendo revisada, principalmente após a discussão das cotas. Mas como será que a mídia trata esta questão? O livro Mídia e Racismo, da editora Pallas, traz uma coletânea de artigos de artistas e jornalistas, como Miriam Leitão, sobre a visão da mídia sobre a comunidade negra.

Urivani Rodrigues de Carvalho, coordenadora do Núcleo de Educação da Casa de Cultura da Mulher Negra, considera que a mídia muitas vezes é mais um modo de exclusão da comunidade negra. "Muitas vezes a mídia só vem a reafirmar o preconceito e estereótipos". Para Urivani, é muito importante que a questão seja tratada de forma aberta. No nosso centro de documentação, é possível encontrar este material e muitos outros que falam do negro como ele merece".

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 38779455-Fonte-Jornal o D.O.