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Sumário da Eparrei impressa de n.16 |
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Tokyo 15/10/2008 Casa de Cultura da Mulher Negra, Fortaleza em 14/10/2008 Queridas e Iluminadas Urivani e Alzira , 12/10/2008 Este e-mail tem como finalidade avisar do recebimento da revista Eparrei e parabenizá-las pela excelente revista que editam. Como sempre apresentam artigos muito interessantes e de ótimo conteúdo informativo sobre a cultura, conquistas e lutas da mulher negra. Parabéns. Claudia Bossan.São Paulo Bom dia, recebi as revistas, ficou ótima, Parabéns, estou divulgando o trabalho, por favor enviar com antecedência a programação do próximo evento, mui grata. Sucesso. De: Deise Benedito Qdos Qdas. Realmente a Revista Eparrei n. 14 esta "Extraordinária", linda, com um colorido fantastico. O que difere de outras revistas para além do colorido são as materias, as historias de vidas que circulam as nossas vidas. Se eu fosse vc assinaria imediatamente. Ideal para todos que querem construir um mundo novo. Vale a pena conferir. Parabens, Equipe da Casa de Cultura da Mulher Negra de Santos. Parabens Sucesso Alzira. Afro abraços Deise Revista Eparei nº14 29/09/2008 Kiambote(bom dia) Alzira Rufina e Demais Meninas da Casa Estou lendo a revista Eparrei nº 14,a qualidade foi mantida os assuntos como sempre são nossos assuntos.As mulheres como sempre bem definidas em seus papeis,militâncias,resistencia,troca de saberes e muito NGUNZU(força,energia). Estou fazendo um curso de gestão cultural e no curso viram a revista ficaram maravilhados com ela,a maioria apezar de serem da area cultural desconheciam a revista. A fala geral foi de que esta é uma conquista histórica,precisamos colocá-la nas bancas,precisamos atingir melhor o meio cultural até como forma de dar subsídios a este meio. Felizmente também esta neste curso tem outra candomblecista uma Ekedje, ela gostou muito da revista,a única coisa que discordou foi da capa,acha que momentos como aquele não devem ser fotografados e expostos. Compreendo que esta capa é para nos mostramos e combatermos a intolerância religiosa sobre os religiosos de matriz africana.Mas,neste assunto penso que cada religioso terá sua opinião.Tanto que a capa esta aí linda e que dá curiosidade em todos leigos ou não. Agradeço a oportunidade de ter um artigo meu na Eparrei. Que minha Mãe Kisanga mantenha a NGunzu da CAsa. Ntoondele(obrigado) Makota Kisandembu Kiamaza-Belo Horizonte-MG Querida Alzira, que lindo trabalho! Parabéns!!!! Já conhecíamos e sabíamos de sua competência, mas hoje tivemos a certeza de sua integridade e amor pelo o que você faz, conte sempre conosco, você é uma guerreira beijos . FAMÍLIA AZAUANI-Sandra Jardim 23/09/2008
Caríssima Alzira e equipe é sempre um momento motivador, conscientizador e inspirador quando leio um novo exemplar da Revista Eparrei. Quero reiterar-lhes meu agradecimento pelo trabalho sério e competente que vocês nos apresenta. Parabéns! Inaicyra Falcão dos Santos Parabéns também pela Eparrei está linda. E se você permitir sempre que for publicar eu gostaria de contribuir com algum artigo. Prezadas integrantes desta conceituada revista. Equipe Eparrei O último número está um escândalo de bonita. Um forte abraço, Vera Baroni Cara Alzira e meninas, Recebi a revista no final de semana. Está lindíssima. Adorei o novo formato, com a redução do tamanho. Ficou jóia. Logo pela capa, a gente vê que a pauta foi pegada e linda por ser consagrada aos Exus femininos. Como sempre, é um grande prazer encontrar, entre as correspondências, a revista Eparrei. Conteúdo de primeira, programação visual de mercado e o trabalho das mulheres negras exposto para o mundo com tudo o que tem de melhor. Aliás, essa 13ª edição é uma prova concentra que as mulheres negras não são de brincadeira nem estão no mundo pra passeio. bjs a todas, Recebi a revista Eparrei, que está linda. Obrigada. Sucesso Celina Chrispim Prezadas Amigas Olá, Alzira! Trabalho com Educação na SEDUC Ceará. Sem comentários que seria excelente receber alguns desses exemplares para Grande Abraço! Exma. Sra. Editora da Revista EPARREI DEPOIMENTO Recebi de uma amiga um conjunto de exemplares da Revista Eparrei, uma publicação da Casa de Cultura da Mulher Negra, da cidade de Santos, no Estado de São Paulo. Fiquei muito feliz com a lembrança. A revista é de excelente qualidade, tanto no conteúdo quanto na forma. O pessoal tem o que dizer e sabe como dizer. Revista de leitura agradável, cativante mesmo, e muito instrutiva. Poderia ser bem melhor utilizada como material didático ou de apoio às atividades curriculares tornadas obrigatórias a partir da edição da Lei Federal nº 10.639/03, do “ensino de história e cultura afrobrasileiras e africanas”. A obrigatoriedade da inclusão da história e da cultura afro-brasileira e africana nos currículos da Educação Básica é uma decisão de caráter político, mas que tem,certamente, fortes repercussões pedagógicas, inclusive no tocante à formação de professores para esse nível de ensino. A revista Eparrei, transcreve excertos escolhidos do excelente Parecer CNE/CP nº 03/2004, relatado pela Conselheira Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, relativo à inclusão, na Educação Básica, no contexto dos estudos e atividades proporcionadas diariamente pelas escolas, de conteúdos que contemplam as contribuições históricas culturais dos povos africanos, bem como dos povos indígenas,asiáticos e europeus. O Parecer CNE/CP 03/04, observa que “esses princípios e seus desdobramentos mostram as exigências de mudança de mentalidade, de maneiras de pensar e de agir dos indivíduos em particular”. Assim como das próprias Instituições de Ensino e suas tradições culturais. A Revista Eparrei observa que “com esta medida,reconhece-se que, além de garantir vagas para negros nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e a cultura do seu povo, buscando reparar danos, que se repetem há cinco séculos, à sua identidade e direitos seus”. A Revista Eparrei é rica em seus artigos de fundo, em suas entrevistas, nas biografias que apresenta, no registro de ações afirmativas, nas seções sobre profissões, artes,culinária, mulher... isto é, tudo. Tudo pode e deve ser muito bem aproveitado pelas escolas, e seus professores. É um excelente material de referência para atender às determinações da Lei nº 10.639/03 e às orientações do Parecer CNE/CP 03/04, do Conselho Nacional de Educação. Do que li, nos cinco números que recebi da Revista Eparrei, não consigo fugir da tentação de registrar os meus destaques, mesmo correndo o risco de cometer injustiças. Vou registrar o que me chamou mais a atenção e que poderia ter um bom aproveitamento nas atividades escolares, pelos professores da Educação Básica. Desconstruindo o racismo, de Maria Lúcia Silva; Discriminação Racial X Assédio Moral, de Margarida Barreto; Mãe Preta, Mãe África e Civilização, de Elisa Larkin Nascimento; A Igualdade Racial / Ética pode começar na escola, de Bel Santos; História é cultura afro-brasileira no currículo escolar, de Rachel de Oliveira. Cultura e História dos negros nas escolas, de Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva; A caminha de Durban + 5, de Alzira Rufino; Áfricas e Brasis no espelho, de Heloísa Pires; Negritude do Maranhão, de Univani Rodrigues de Carvalho; Transformando veneno em remédio, de Eliane Almeida; Suavidade e firmeza: A força do magistério, de Eliane Almeida; Brasil Palmares, de Alzira Rufino. Festa de São Benedito: celebrando a liberdade, de Daniela Gomes; Coronelismo e violência contra a mulher negra; de Rebeca Oliveira Duarte; E o que dizer das biografias e caracterizações representativas? Faço alguns destaques que me parecem significativos: Marina Silva, do seringal ao senado; Em cena, Thereza Santos; Mulher negra tem história: imagens de Lélia Gonzalez; Pestana Made in Brazil; Zezé Motta. Leci Brandão, uma sambista sem meias palavras; Lady Ruth? Sou mesmo!; N´zingra – negra demais para ser só mulher, mulher demais para ser só negra; Negras memórias, o imaginário de Emanoel Araújo; Abdias Nascimento, o rebelde da causa negra; Chica Xavier; Jurema Batista, a política como profissão; Wania Sant´anna; A consciência negra do poeta Oliveira Silveira; Lea Garcia, tirando a máscara; Daiane dos Santos, atleta de ouro; As várias faces de Inaicyra Falcão; Oliveira Santana, no peito e na raça; Regina Adami, fazendo a diferença; Maria Nilza, juíza de paz; Antonieta de Barros, primeira deputada negra do Brasil. E chega de destaques, senão vou destacar a revista toda, que é o que a Revista Eparrei, de fato, merece, por questão de justiça. Registro, finalmente, os meus cumprimentos ao Conselho Editorial da Revista Eparrei pelo brilhante trabalho. É claro que esses cumprimentos são extensivos a todos os colaboradores da Revista. Agradeço, também, o excelente domingo que tive na companhia da Revista Eparrei, com agradável leitura e muito aprendizado. São Paulo, 30 de Janeiro de 2005. a) Francisco Aparecido Cordão - Conselheiro da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação;- Diretor-Presidente da Consultoria Educacional Peabiru – Consultores Associados em Educação. |
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