Um pouco de nossa história
Clique e conheça pouco de nossa história através das imagens
Em Inglês (Clique e assista o vídeo)
Iniciamos nossas atividades no Coletivo de Mulheres Negras da Baixada Santista criado em 21 de março de 1985.
De 1986 a 1989 organizamos dezenas de Seminários sobre a questão da Mulher Negra em nível regional e nacional com intervenções que mudaram o olhar da cidade para a temática da mulher negra.Nos preparamos durante cinco anos para inaugurar aCasa de Cultura da Mulher Negra oficialmente
em 30 de junho de 1990, em Santos/SP
• Em
1991, a CCMN inaugurou o programa de assistência jurídica a mulheres,
e crianças vítimas da Violência Racial e da Violência Doméstica.
Em 2008 continua com o programa de orientação jurídica para mulheres
jovens e meninas sobreviventes da violência racial, violência domestica e direitos das mulheres no encaminhamento para o serviço público e dando assistêncianos processos dos anos anteriores em andamento.
A preocupação sobre a temática da trabalhadora doméstica culminou com a mobilização e apoio para consolidar a criação do Sindicato da Trabalhadora Doméstica,tendo Valmira Branco ex diretora da CCMN atuado até 2004 na diretoria deste Sindicato.
• Oferece
desde 1993, aconselhamento psicológico para mulheres e crianças
assistidas pelo serviço jurídico da CCMN. Em 2008 realiza o encaminhamento para o serviço público.
• Em
1994, realizamos o "II Encontro de Mulheres Negras da Baixada Santista"
tendo como tema
a Violência racial, sexual e doméstica.
• Em 1995, lançamos a Campanha "Violência Contra
a Mulher: Tolerância Zero"
e iniciamos a Campanha "Violência
contra a mulher, uma questão de Saúde
Pública".
• Na área racial,
em 1997, a Campanha "Por uma Educação
sem discriminação" tinha por objetivo sensibilizar educadores/as por
uma educação
anti-racista.
Com a criação da Lei 10639/03 continua desde 1997 passamos a oferecer capacitação e subsídios para educadores e multiplicadores oferecendo os subsídios para a concretização na sala de aula do conteúdo programático para uma educação sem discriminação.
• De
1995 a 1998, a Casa de Cultura da Mulher Negra atuou como secretaria-
Executiva
da subregião Brasil da Rede Feminista Latino-americana e
Caribenha de combate à Violência Doméstica e Sexual, sob a coordenação
de Alzira Rufino.
• II
Encontro Nacional de Entidades Populares, com participação
de 50 organizações, sobre o tema "Violência contra
a mulher, uma questão de Saúde Pública", em 1997,
em parceria com União de Mulheres de São Paulo.
Em 1994 a Casa de Cultura da Mulher Negra continua a missão traçada pelo Coletivo e estende o seu programa para a questão da Violência Doméstica organizando o II Encontro de Mulheres Negras da Baixada Santista .
Em 2008 completamos 18 anos de intervenções em nome da CCMN,com estratégias formuladas para mudar o cenário com temáticas sobre a
Violência Racial e a visibilidade para a Violência Doméstica que hoje e tema nacional das organizações de mulheres negras e demais organizações não negras.
Breve resumo
Em 1995,1996/1997- 2000,2002 e 2003 a Casa promoveu o Seminário Nacional
"Saúde, Mulher e Violência Intrafamiliar", "Violência contra a
Mulher uma questão de Saúde Pública"-Violência contra a Mulher -Um Novo Olhar e em 2003 Violência contra a Mulher um olhar da Mulher Negra com participação de especialistas ativistas negrasde organizações do
Brasil e convidadas de várias países como
Angola,Argentina.Cuba, África do Sul e Estados Unidos e Moçambique.
Em 2002 organizamos o I Encontro de Entidades Negras das
Baixada Santista com a participação de intelectuais negras e negros especialistas de todo o Brasil,onde foi tirado as propostas para mudança na área da educação com respeito as
cotas nas universidades. a discussão do estatuto da Igualdade Racial e programas de capacitação para o mercado de trabalho para negras e negros sob a responsabilidade do governo federal.
Em 2004-O Seminário Nacional " Por uma educação sem Discriminação" causou impacto em todo o Brasil pelo pioneirismo de apresentar intelectuais e educadores negras e negros com um projeto de capacitação sobre as Lei 10639/03 para as escolas de todo o Brasil. A proposta de educadores de todo Brasil foi acatada e algumas organizações entraram com representação junto ao Ministério Público solicitando a implantação da Lei por parte do governo federal.
• No ano 2000 e 2001, a
Casa participamos do processo brasileiro da Conferência Mundial
contra o Racismo, criando o Boletim Eparrei online em junho de 2001.
• Lançamento
da Revista Eparrei em novembro de 2001.
• No ano de 2005 participou da mobilização na área da comunicação para a I Conapir em Brasília e da Marcha Zumbi + 10 no dia 16 de novembro de 2005
No ano de 2007 promovemos o Encontro Nacional com Operadores de Direito com monitoramento das Ações Governamentais e discussões e estratégias de ação para aprovação do Estatuto da Igualdade Racial com Fundo Financeiro para a sua implantação,a Lei 10639/03,o PL 73/99 ref.Sistema de Cotas nas Universidades Públicas e avaliação da Lei Maria da Penha
|
Resumo da Representação da Casa
em nível internacional:
• CCMN
foi uma das 20 organizações internacionais participantes,
em 1991, de um estágio nos Estados Unidos, sobre violência
contra a mulher;
• Em
1993, foi uma das organizações brasileiras que representou
o Brasil no Fórum paralelo das Ongs da Conferência Mundial
de Direitos Humanos, em Viena.
• Participação
na Conferência Internacional sobre Violência contra a mulher,
em Brighton, Grã-Bretanha, em 1996.
• A convite do Programa "Making the Links with Brazil",
do Milton Keynes World Development Education Centre, as profas.Urivani de Carvalho e Maria Rosa Pereira em 1996,visitaram escolas e organizações da
cidade de Milton Keynes,na Grã-Bretanha; posteriormente, em
1997, uma educadora de Milton Keynes SHeila Torthon visitou a CCMN, escolas
e organizações de Santos;
• Visita,
como consultoras, ao Masisukumeni Centre, na África do Sul,
em agosto/98, organização que atende mulheres vítimas
de violência doméstica/sexual, na zona rural; representantes
do Masisukumeni Centre visitaram CCMN e a Delegacia da Mulher
de Santos, em junho/99.
Visita em Tókio em 2008- Revista Eparrei /Design Afro -Convidada de Defesa de Tese em Mestrado de Somie Timazuki
|
• O
Conselho Permanente da (Organização dos Estados Americanos
(OEA)
em sua sessão de 9 de maio de 2001 credenciou a Casa de Cultura
da Mulher
Negra para acompanhar, enquanto organização não-governamental,
as
atividades da OEA, cntribuindo nas áreas de sua especialização.
A CCMN foi a primeira ONG brasileira a receber esse credenciamento junto
à OEA.
• As
integrantes do staff da CCMN têm seus direitos trabalhistas assegurados.
Convites de Intercâmbio com países como a França,Japão,Alemanha,Inglaterra,Moçambique , Angola fazem parte da agenda 2008,com os programas da CCMN servido de modelo de implantação nas organizações de base e governos.
Intercâmbio para divulgação do trabalho e Captação de Recursos.
1990 a 2007-Vaticano-Chile-Peru-Colombia-Austria-Equador-Africa do Sul-Cabo Verde-Inglaterra-Alemanha-Holanda- Itália-Escócia-Belgica-Irlanda e Cuba-
A CCMN tem recebido dezenas de prêmios pelo trabalho político de capacitação
e formação de novas lideranças.O Programa do Núcleo de Educação tem
sido modelo pedagógico para dezenas de organizações do Brasil que nos visitam.
O Núcleo de Comunicação continua demonstrando a forma afrobrasileira
de produzir com dignidade e responsabilidade os periódicos Boletim e a Revista Eparrei impressa
seguindo o lema :
Produzir o Show e Assinar a Direção !
Se quiser apoiar financeiramente o nosso trabalho, entre em contato por e-mail
Fortaleça nosso trabalho adquirindo os nossos produtos.
Tel 13 38779455 ccmnegra@uol.com.br
O INBRAP -Instituto Brasileiro de Pesquisa de Opinião Pública conferiu a Casa de Cultura da Mulher Negra o Prêmio Top of. Mind Brazil de Consagração Pública Brasileira na categoria de Associação atingindo a pontuação de 74,8% por sua atuação .
Método Utilizado Selltiz
Universo da Pesquisa: Pessoas Físicas e Jurídicas residentes no Município de Santos num total de 8.232 pessoas.
No computo 53% foram mulheres e 47% foram homens.
Amostragem: Pessoas de idade igual ou superior a 16 anos, de ambos os sexos,cujas residências ou empresas possuem telefone fixo,escolhidos de forma aleatória.
Lembrança ou Marca 71%
Reconhecimento do Trabalho 83% |